Inovação e a Zona de Conforto

Para quem me conhece, ou já trabalhou comigo, sabe que eu adoro aprender. Principalmente aprender coisas que farão o meu dia ser mais produtivo com menos esforço (haters dirão que eu tenho é preguiça, mas não é bem assim não, ok?).

Sou fã de inovação, não estou falando de celular de última moda, carro que custa mais do que meu apartamento, e sim de coisas como macros que acelerem meu trabalho, programas que facilitem meus hobbies, etc. Inovar no sentido de fazer melhor e mais rápido a mesma coisa.

Falou que tem uma CAT tool nova para tradução, ou macro do Excel que busca informações em relatórios, esta sou eu.

Mas, o que é inovar? De acordo com o dicionário Priberam, inovar é:

i.no.var (latim innovo, are, renovar)
verbo transitivo

1. Introduzir novidades em.

2. Renovar; inventar; criar.


Ou seja, inovação é mudar, e mudar afeta diretamente a nossa zona de conforto.

Como todo e qualquer ser humano, temos medo do novo, porque o novo, justamente, é diferente, não é palpável, e muitas vezes exige de nós um esforço enorme para nos adaptarmos.

Li faz algum tempo que temos que perder o medo da inovação, para não ficarmos atrasados perante as novas tecnologias e assim perdemos clientes, mercado e, por fim, regredimos, mas não concordo.

Não acredito que tenhamos que perder o medo do novo, e sim que, perante o medo, nos obriguemos a sair do ponto onde estamos a façamos alguma coisa. Vai dizer que aquele friozinho na barriga que a gente sente quando vai viajar para um lugar novo, quando vai no encontro com uma pessoa nova, não é bom?

Dou como exemplo mesmo a Office Service. Foi preciso mais que sonhar, planejar, pensar, foi preciso dar o passo inicial, procurar clientes, executar estratégias, enfim, sair da zona de conforto e começar.

Dito isso, você pode achar que eu gosto de inovar e aprender apenas pela novidade que isso trás, e pronto. Não, eu gosto da inovação e de sair da minha zona de conforto porque acredito que isso possa me ensinar a ser uma pessoa, uma profissional melhor.

Para mim, não tem nada melhor do que chegar em casa, depois de um dia de trabalho, ou depois de terminar uma tradução e dizer: “Estou certa de que fiz o meu melhor.” E esse meu melhor foi facilitado pelas inovações do meu dia a dia, e essas mesmas ferramentas me permitirão melhorar cada vez mais, beneficiamento a mim, meus clientes, criando uma cadeia de benefícios para todos.

E você? Como você enxerga a inovação e a zona de conforto?

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